Estádio de Wembley sob focos após Inglaterra 2-3 Espanha setembro 2026
Futebol

Inglaterra 2–3 Espanha: naufrágio em Wembley, penalti falhado de Kane, Chéquia

27 set: Inglaterra 2–3 Espanha em Wembley — Yamal 2', Gordon 36', Kane 40', penalti de Kane à barra 55', Baena 60', Oyarzabal 74'.

📍 Londres, Inglaterra⏱️ 5 min de leitura

Pontos-chave

  • Final Wembley: Inglaterra 2–3 Espanha — Yamal 2' (erro Guehi), Gordon 36', Kane 40' (desviado Cucurella), penalti de Kane à barra 55' (escorregão, duplo toque), Baena 60', Oyarzabal 74' picada. 84.525 espectadores.
  • Trafford titular (rotação: outro jogo e depois Pickford dois); Quansah lateral-direito; primeiro onze de Lewis-Skelly no meio; Espanha 39 sem perder; Inglaterra sofre 3+ duas seguidas (primeira vez desde 1995).
  • Grupo A3: Espanha 3, Croácia 3 (2–1 na Chéquia), Inglaterra 0, Chéquia 0. Terça: Chéquia-Inglaterra em Praga (Fortuna Arena, ITV); Espanha recebe Croácia.
TL;DR. Inglaterra 2–3 Espanha: ganhava 2–1, Kane à barra do ponto, Espanha ganha-o. Praga terça. Relato, números, vozes. Nunca apostas.

A cicatriz tem companhia. Inglaterra ganhava aos campeões do mundo 2–1 em Wembley, falhou o penalti do 3–1, e perdeu 3–2 com dois golos de segunda parte construídos sobre erros ingleses. Foi trepidante, caótico, e — em palavra do selecionador — decidido por «grandes erros». O relato completo: os cinco golos, os onzes, os números que picam, as vozes, e a tabela que exige já uma vitória em Praga terça.

Da bancada — Inês Santos: relato, onzes, stats e citações via BBC Sport live/report (26–27 set); calendário via ESPN/ITV; tabela via Sky/BBC. Marcador reportado, nunca inventado. Nem odds, nem prognósticos, nunca. Companheiro: guia do dia do jogo.

Os cinco golos

2’ — Yamal 0–1 (erro Guehi). O pior arranque possível, em palavras do próprio Tuchel. Guehi virou-se para os sarilhos, direto a Lamine Yamal, que bateu James Trafford com calma. Dois minutos de jogo, Inglaterra atrás — e pôde ser pior: golo anulado a Torres por fora de jogo, grande defesa de Trafford, depois tiro fora só ante o guarda-redes.

36’ — Gordon 1–1 (passe Bellingham). O contra-ataque de que Inglaterra falava toda a semana. Bellingham lançou Gordon; o extremo do Barcelona manteve a calma, a velocidade fez o resto, definição fria ante Unai Simón.

40’ — Kane 2–1 (passe O’Reilly, desviado Cucurella). Centro de O’Reilly, cabeceamento de Kane desviado por Marc Cucurella. Wembley explodiu — Inglaterra na frente contra o curso do arranque, reviravolta completa em quatro minutos.

55’ — penalti de Kane, à barra. Bellingham derrubado por Rodri, VAR, penalti. Kane escorregou ao chutar, tocou a bola duas vezes, deu na barra. Com 2–1, a ocasião do 3–1 que mata o jogo — voada.

60’ — Baena 2–2 (passe Olmo). O’Reilly perdeu a bola; o suplente Álex Baena (entrado à 55’ com Oyarzabal) bateu Trafford raso desde a frontal. Outro erro inglês, outro castigo.

74’ — Oyarzabal 2–3 (passe Baena). Uma ação polida, uma picada delicada sobre Trafford — o goleador da final do Euro 2024 marca o golo de Wembley. Espanha controlou o último quarto de hora; a reação final não achou o ponto. Final 2–3, 84.525 espectadores.

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Os onzes: as apostas de Tuchel

Inglaterra (4-2-3-1): Trafford; Quansah, Konsa, Guehi, O’Reilly; Anderson, Lewis-Skelly (Garner 70’); Saka (Gibbs-White 83’), Bellingham, Gordon (Rogers 70’); Kane (cap, Calvert-Lewin 83’). Os temas: Trafford antes que Pickford — e Tuchel confirmou a rotação (outro jogo para Trafford, depois Pickford os outros dois); Quansah lateral-direito, um posto nunca ocupado, aprendizagem sobre a marcha contra os melhores do mundo; primeiro onze de Lewis-Skelly no meio com Anderson; TAA sem usar no banco. Amarelos para O’Reilly (67’), Guehi (69’, Branthwaite 89’) e Bellingham (81’).

Espanha (4-2-3-1): Simón; Pubill, Cubarsí, Laporte, Cucurella; Ruiz (Pedri 70’), Rodri (cap); Yamal, Olmo (Merino 82’), N. Williams (Baena 55’); Torres (Oyarzabal 55’). A dupla mudança de De la Fuente à 55’ — Baena e Oyarzabal por Williams e Torres — ganha o jogo: um golo, um passe, um golo da vitória entre os suplentes. Os entrantes espanhóis «elevaram o jogo», como notou Matt Upson; os ingleses não. Posse 47,2–52,8, remates 13–15, à baliza 5–5. Margens finas, resultado familiar.

Os números que picam

Espanha está a 39 sem perder. Inglaterra acabou de sofrer 3+ dois jogos seguidos pela primeira vez desde junho 1995 (3–3 Suécia, 1–3 Brasil). Treze sofridos nos seis últimos — quase o dobro dos sete dos dezassete primeiros de Tuchel. E a stat mental: primeira derrota após ir ganhando ao intervalo desde junho 2019 (Países Baixos); 41 vitórias em 42 nesse caso desde então. Os utilizadores BBC elegeram Gordon e Bellingham ex aequo (7,55); Guehi último (4,19). O padrão do outono numa frase: os melhores bocados ingleses valem qualquer um — em 90 minutos, os erros decidem.

As vozes

Tuchel (ITV): «Pior arranque possível… Após 10–12 minutos, creio que éramos a melhor equipa… Não convertemos o penalti — creio que então Espanha teria crido talvez que a sua longa série sem perder termina aqui. Outro grande, grande erro para o 2–2… Bocados muito bons, mas o resultado não o prova hoje.»

Kane (ITV): «Tivemos bons momentos… esse troço foi tão bom como o que jogámos em muitíssimo tempo… Outro dia seguro teríamos ganho este jogo. Há que tomar os positivos. Há que levantar-se e ir de novo em uns dias.»

Gordon (BBC/ITV): «O penalti é um momento massivo… Creio que todos os seus golos vêm de nós na realidade… Acabámos de perder contra os melhores do mundo. A brecha não é grande na minha mente… Só há que não cometer erros ao máximo nível.» Veredito de Roy Keane: «Oyarzabal nunca ia falhar… isso é futebol sexy.»

A tabela e terça

Grupo A3: Espanha 3, Croácia 3 (2–1 na Chéquia), Inglaterra 0, Chéquia 0. A vitória croata em Praga vira terça cercano ao jogo que não há que perder: Chéquia-Inglaterra, Fortuna Arena, terça 29 set (ITV, 19h45) — bilhetes via o sorteio do England Supporters Travel Club, revenda desde ~85 £. A forma checa (1–2 Croácia, dura derrota contra México nos dados de verão) diz ganhável; o H2H diz prudência (vitória checa 2–1 na fase 2019, 5–0 inglês no outro sentido). Mesma noite: Espanha–Croácia no Pizjuán. Depois Croácia–Inglaterra 3 out em Rijeka, Inglaterra–Chéquia 6 out em Wembley, e as voltas de novembro (Croácia 12 nov, Espanha 15 nov). Noutros lados na abertura: Escócia 0–0 na Eslovénia, Suíça 3–0 na Macedónia do Norte, Finlândia mete sete em San Marino, Luxemburgo 2–1 na Bulgária. A autópsia corre até terça; a resposta deve vir em Praga. Wembley recebe os checos a 6 de outubro com um grupo ainda informe — e Inglaterra ainda a zero pontos. Três jogos em dez dias decidem o outono: Praga para reagir, Rijeka para confirmar, Wembley para fechar. O ciclo novo começa agora de verdade mesmo.

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Frequently Asked Questions

Qual foi o Inglaterra-Espanha?
Espanha ganhou 3–2 em Wembley a 26 set: Yamal 2', Gordon 36', Kane 40', Baena 60', Oyarzabal 74'. Kane falhou um penalti à 55' à barra.
Por que falhou Kane o penalti?
Escorregou ao chutar (penalti de Bellingham, falta de Rodri, VAR), tocou a bola duas vezes e deu na barra. Inglaterra ganhava 2–1.
Quem foi guarda-redes de Inglaterra?
James Trafford — rotação Tuchel: outro jogo para Trafford, depois Pickford os outros dois. Quansah lateral-direito; Lewis-Skelly titular no meio.
Quando joga Inglaterra?
Terça 29 set em Praga contra Chéquia (Fortuna Arena, ITV, 19h45), depois Croácia 3 out em Rijeka, Chéquia 6 out em Wembley.
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