Inglaterra-Espanha dia do jogo: Wembley 19h45, H2H, onde ver
26 set: dia do jogo — Inglaterra-Espanha arranque 19h45 em Wembley (ITV1 desde 18h45, ITVX grátis). Hoje às 19h45, a Inglaterra entra em Wembley contra…
Pontos-chave
- Hoje 19h45 em Wembley: Inglaterra-Espanha abre o grupo A3 da Liga das Nações (com Croácia e Chéquia) — grátis na ITV1 desde 18h45, ITVX em streaming, STV na Escócia.
- H2H em cinco capítulos: quartos do Euro 96 a penáltis (4-2 após 0-0), duas finais perdidas 2-1, e a noite de Sevilha 3-2 em 2018 (bis de Sterling, Rashford).
- Kane escreve hoje no The Athletic ('My game in my words'); o que segue: Chéquia fora 29 set, Croácia 3 out, Chéquia em casa 6 out.
O dia do jogo chegou. Hoje às 19h45, a Inglaterra entra em Wembley contra os campeões do mundo, e a Liga das Nações começa de verdade. Ontem foi a véspera — debate da Bola de Ouro, onzes prováveis, cicatrizes. Hoje são os noventa minutos que dirão se o novo ciclo começa com uma declaração ou um gaguejar. O guia completo do dia: horários, história, acessos e o que segue.
Da bancada — Inês Santos: arranque e TV via Standard/Timeout (26 set); grupo A3 via Sky Sports; calendário via ESPN; H2H via arquivos de torneios; ensaio de Kane via The Athletic. Nem odds, nem prognósticos, nunca. Companheiro: o guia da véspera.
Hoje: o essencial
Estádio de Wembley, 19h45, sábado 26 de setembro. Inglaterra-Espanha, Liga A grupo A3, jornada 1 — primeiro encontro oficial do novo ciclo e desforra imediata das noites maiores do verão. TV: grátis na ITV1, emissão desde 18h45, streaming em direto na ITVX (registo gratuito), STV na Escócia. Standard Sport leva um live-blog desde Wembley com Dom Smith em campo. Final cerca de 21h30 — os jogos de grupo não têm prolongamento nem penáltis, seja qual for o resultado.
O contexto numa frase: Espanha chega campeã de tudo; Inglaterra chega com uma cicatriz e um plano. Tuchel prometeu ir forte «como em qualquer dos três seguintes» — e os três seguintes são agora: hoje, depois Praga, depois Croácia. As aberturas em Wembley marcam tons, e este tom é sombrio desde julho. Noventa minutos para mudá-lo.
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H2H: cinco capítulos
Euro 96, quartos, Wembley: 0-0, Inglaterra 4-2 a penáltis. O mito fundador da rivalidade — os anfitriões aguentando os nervos na tanda, há trinta anos sobre a mesma relva. O eco do trigésimo aniversário será a banda sonora das transmissões toda a noite.
As duas finais: Espanha 2-1, duas vezes. A final do Euro e depois a do Mundial em Nova Jérsia — os dois jogos que mais importavam, ambos perdidos pelo mesmo marcador. Essa é a cicatriz em números: Espanha ganha as noites que contam.
Sevilha, outubro 2018: Inglaterra 3-2. A exceção e a prova — bis de Sterling e golo de Rashford numa deslumbrante vitória fora, último triunfo inglês neste cartaz. Há oito anos; ninguém do grupo atual começou aquela noite como estrela, mas vários viram-na adolescentes. A mensagem: é possível, e fez-se em Espanha.
O padrão: Espanha possui as finais recentes; Inglaterra possui as memórias distantes. Hoje, primeira ocasião de trazer uma memória ao presente.
O grupo: A3 e o caminho
A tabela Sky Sports desta manhã marca zeros em tudo — Espanha, Croácia, Inglaterra, Chéquia, zero jogos jogados. Às 21h30 de hoje, duas equipas terão três pontos e o grupo terá forma. Depois o caminho acelera: Chéquia fora terça 29 de setembro, Croácia 3 de outubro, Chéquia em casa 6 de outubro. Três jogos em dez dias depois de hoje — a profundidade que Tuchel constrói (Anderson, Lewis-Skelly, Scott, os chamados sub-19) prova-se de imediato.
Croácia fora é o jogo que dirá se hoje é um lançamento ou um falso arranque; Praga terça é o jogo-armadilha quarenta e oito horas depois de uma noite emocional. Ganhar hoje e o grupo é da Inglaterra. Perder e outubro vira obra. Empate, e — como murmuram os guias de forma — o grupo fica aberto até às voltas de novembro (Inglaterra-Croácia 12 nov, Espanha-Inglaterra 15 nov).
O ensaio de Kane e as intrigas
A leitura obrigada do dia caiu no The Athletic: «My game in my words» de Harry Kane — o capitão contando a sua própria história, nas suas próprias palavras, na manhã do maior jogo em casa do outono. Ler antes do arranque; aconteça o que acontecer hoje reler-se-á através desse texto amanhã. O jogador de 33 anos emoldurado pelo debate da Bola de Ouro de ontem recebe o palco para alegar com os pés.
As intrigas a seguir: TAA único lateral-direito especialista ante a ala de Yamal; Saka buscando uma primeira contribuição decisiva da temporada no maior palco; Oyarzabal e a sua forma de torneio (6+4) contra uma defesa inglesa remodelada; a série de 21 jogos competitivos em Wembley com golo inglês contra a equipa melhor organizada do mundo. E o público: 90.000, sábado à noite, o arco iluminado, o hino forte. Wembley na sua melhor versão é uma arma; na sua pior, um peso. Os primeiros vinte minutos dirão qual.
Acessos e outros lugares
Wembley Park (Metropolitan e Jubilee) é a artéria principal; a estação Wembley Stadium (Chiltern desde Marylebone) e Wembley Central (Bakerloo, Overground, Southern) repartem a carga. Chegar antes das 18h00 — portas e fan zones desde meio da tarde, filas máximas após 19h00, luz e som mais hinos antes do arranque. Comida em volta de Wembley Park (Boxpark e comércios do bulevar); dentro, as galerias servem a oferta habitual das noites de jogo. Bolsas: pequenas só, prever revistas.
Noutros lugares: cada pub de Inglaterra com ecrã pô-lo-á (ITV1 grátis = nenhuma subscrição em lado nenhum); os fan parks das grandes cidades desdobram ecrãs gigantes enquanto o tempo aguentar; no estrangeiro, verificar direitos locais da Liga das Nações. E para terça: Praga fora — voos e fundo visitante, um turnaround de quarenta e oito horas.
O hino e o arco
Existe um Wembley que só existe noites como esta: o arco vermelho e branco na escuridão de setembro, 90.000 de pé para o hino, o rugido que recebe o primeiro toque. O estádio tem umas 90.000 praças — o maior recinto do Reino Unido — e um cheio contra Espanha sob focos conta entre os grandes ambientes da Europa. A coreografia importa: show de luzes, hinos, depois vinte primeiros minutos a pleno volume. Inglaterra arranca historicamente forte estas noites; Espanha historicamente atravessa-as. O padrão que aguentar hoje decidirá se a noite se vira Sevilha 2018 ou uma nova deceção com forma de final. Estar no assento antes das 19h30 — o hino é parte do jogo. Hoje primeiro. O arco está iluminado, o grupo está vazio, a cicatriz está fresca. 19h45 — ante um ecrã.